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Uma breve reflexão sobre “não ter tempo”

Uma das ideias valiosas de 168 Hours, de Laura Vanderkam, é que o nosso uso do tempo não diz respeito ao tempo em si, mas a prioridades. Num exemplo tão ingênuo quanto bom, você diz que não tempo para limpar sua casa — mas e se alguém lhe oferecesse muito dinheiro por isso, você não iria… arranjar tempo?

Ontem pude comprovar o quanto isso é verdadeiro na prática. Minha esposa pediu ajuda para um projeto pessoal, e minha reação instintiva foi dizer “eu não tenho tempo agora”. Porém, logo pensei no que tinha lido nesse livro. E sempre que eu faço uma lista de prioridades na vida, minha esposa sempre está no topo da lista. Eu jurei solenemente cuidar dela até o dia da minha morte. E o tempo é o mesmo para todo mundo e para qualquer tarefa… Eu não tenho tempo para ajudá-la, mas tenho tempo para qualquer outra coisa que eu iria fazer na hora? Como, se justamente ela é minha prioridade?

Felizmente, consegui ajudá-la. Espero, daqui para a frente, incorporar mais essa ideia daqui para a frente. Eu nunca vou “ter tempo”, ou pelo menos ter mais tempo que eu tenho agora. Se eu quero fazer alguma coisa, basta eu fazer uma escolha consciente.

A maneira mais efetiva de vencer a ansiedade é aprender a ficar em silêncio

No que eu escrevo essas palavras, faz um pouco mais de 24 horas da minha volta ao mundo real depois de 36 horas em um Retiro Espiritual para Guias das Oficinas de Oração e Vida. E como a minha esposa achou espantoso o que foi feito lá, vou compartilhar com vocês também a principal característica desse retiro:

Da noite de sexta-feira ao almoço de domingo, eu não conversei com ninguém — exceto, é claro, com o Senhor Deus, Vivo e Verdadeiro.


Eu não sou perfeito, não sou humilde, estou longe de ser santo. Tenho muitos defeitos. Sou impaciente. Mas de algo eu não abro mão de reconhecer: desde o começo do meu tratamento contra ansiedade e depressão, em 2017, eu realmente aprendi a ficar em silêncio e solidão. Quisera eu que isso se transportasse para as reuniões tensas na qual não consigo segurar a língua; tudo é uma caminhada e exige paciência. Mas, sentando observando a natureza no Morro das Pedras, não pude deixar de perceber: (1) como isso se tornou natural para mim, e (2) como isso soaria como uma loucura para a maioria das pessoas. Como assim, ficar 36 horas sem olhar Instagram, sem ver TV, sem conversar com ninguém?

Meus leitores: muitos de vocês me escrevem contando de problemas de ansiedade na pós-graduação e na vida. Mas isso nem seria necessário, porque basta eu olhar à minha volta e vejo tantas pessoas queridas acometidas por transtornos de ansiedade, perdendo qualidade de vida e achando que a vida é essa correria sem volta.

Não é. A vida pode ser calma e boa. Como foi dito nesse retiro, o ser humano foi criado por Deus para amar e ser amado, e a chave para isso é o silêncio. Quando tudo cala, só Deus fala; só o vazio absoluto pode ser preenchido pelo Infinito.

Existem muitas maneiras de começar. Procure um bom terapeuta. Procure apps e cursos de meditação — vejo cada vez mais cursos do tipo sendo oferecidos por aí, muitos gratuitos. Se você é cristão, procure as Oficinas de Oração e Vida na sua cidade. Mas não se deixe vencer pela ansiedade.

Aprenda a parar e contemplar.

Vista do Morro das Pedras, em Florianópolis, mostrando uma bela praia e morros ao fundo, num dia levemente nublado
A minha vista diária durante meu Retiro. Perdi meu tempo?

Como a meditação me ajuda

No dia 22 de fevereiro de 2019, eu defendi meu Doutorado — e naturalmente, muitos posts virão sobre isso. E o primeiro deles é sobre algo que me ajudou muito no processo: meditação.

Reconheço que tinha um certo preconceito contra meditação, por achar “esotérica” (na falta de termo melhor) para mim. Basicamente, não via como aquilo pode ajudar efetivamente ajudar. Eu estava bastante errado.

Meditar, pelo menos na minha prática, é apenas sentar de maneira confortável, fechar os olhos e respirar. Contar as respirações. Imaginar uma cena agradável. Ouvir os sons à sua volta. Sentir o contato do corpo com o assento e com o chão. Sentir calor ou frio.

Posso afirmar sem exagero: aprender a meditar mudou minha vida.


Um das primeiras conclusões que tirei com a terapia e o tratamento contra ansiedade é ver como eu perdi completamente a capacidade de parar, e logo vi que não sou o único. A tal correria é uma epidemia, e é bem grave. Como disse meu psiquiatra:

Tomo mundo precisa, de vez em quando, ficar um tempo numa rede, tomando uma água de coco e não fazendo mais nada.

Por experiência própria, digo: se você não para de vez em quando, se você não relaxa verdadeiramente (e invejar os outros no Instagram não é relaxar), seu corpo e sua mente vão entrar em colapso.

Meditar não é propriamente não fazer nada, mas é um poderoso instrumento de aprendizado. Você aprende a ficar cada vez mais tempo sem necessitar de estímulos visuais, sonoros, gustativos.


Agora já faz parte da minha rotina matinal: eu acordo, tomo café, vou para a academia, tomo banho, sento para meditar e só então venho trabalhar. Às vezes 3 minutos, às vezes 10. Às vezes medito mais um pouco no meio de uma tarde tumultuada.

Os benefícios da meditação logo começaram a se propagar para além das minhas sessões. Muitas vezes, passei a caminhar nos meus trajetos sem escutar nada por um fone de ouvido, mas apenas apreciando os sons ambientes. Reparando nas cores das áreas arborizadas. Entreouvindo as conversas mundanas das pessoas.

Eu uso e recomendo fortemente o Headspace, mas você pode encontrar muitos sites, áudio-livros e apps de meditação.

Você já parou para respirar hoje?

Como usar seu calendário de maneira efetiva

Há algumas semanas, tivemos uma discussão generalizada aqui no laboratório. De minha parte, reconheço que errei em vários pontos: fui grosso com outras pessoas, perdi a calma, e agi em prol maior dos meus interesses em relação ao do meu grupo de pesquisa. E esse episódio horrível foi agravado por uma falha pontual na minha organização: eu esqueci-me de adicionar um lembrete para uma arrumação de salas no meu calendário, o que me impediu de ajudar meus colegas durante esse evento.

A questão é: como não estava no meu calendário, não estava no meu radar, e na prática é como se esse evento não existisse no espaço-tempo. Ao mesmo tempo, muitas pessoas me consideram uma pessoa bastante organizada; o meu calendário é justamente o método que uso para me lembrar de coisas importantes. No espírito do post onde falo sobre como agendo minhas metas, pensei em complementar, mostrando o que eu coloco no meu calendário e como, na minha opinião, a leitora pode usá-lo de maneira mais efetiva.


A Thais Godinho, nesse ótimo vídeo, fala sobre como ela coloca “informações importantes” no calendário, e não só compromissos fixos. E esse é o grande pulo do gato, originado do sistema GTD: seu calendário não serve apenas para eventos, mas pera lembretes gerais. No meu Google Calendar, tenho um calendário específico de Informações para o dia

Screenshot de calendário do dia 28, mostrando item "Entregas Natuorganics"

Toda quinta-feira é o dia de entregas da Natuorganics. Ao final do dia, quando eu reviso meu calendário, eu me lembro desse fato e então, ao chegar em casa, confiro com o porteiro se foi entregue corretamente.

Outras informações que entram no meu calendário:

  • Datas de vencimento de contas (para eu verificar se há saldo na conta/cartão, e também para facilitar a busca por informações, se eu quiser saber quando vence tal assinatura
Lembretes no calendário mostrando data de vencimento da Assinatura HBO Go, Domingo e Segunda de Carnaval, Aniversário da minha amiga Amanda e outros lembretes diversos
  • Aniversários (como na imagem acima). Em vez de depender do Facebook, que tal, a cada vez que você souber que é aniversário de alguém, você colocar um lembrete no calendário, para repetir anualmente, e que seja o seu sistema de lembrar e mandar parabéns (de maneira mais pessoal, e não numa torrente de mensagens similares)?
  • Aniversários de casamento/namoro. Minha capacidade de lembrar da datas exatas, na minha visão, não reflete meu amor pela minha esposa; minha capacidade de planejar uma surpresa/viagem/jantar com antecedência, reflete.
  • Rotinas de trabalho. Essa dica eu tirei desse excelente curso do Kourosh Dini, e consiste em definir lembretes semanais para trabalhar num tipo de tarefa. Na imagem abaixo, toda quinta é o dia em que eu preparo a nossa reunião (“Kata”) semanal e o dia em que eu, preferencialmente, faço coisas exclusivas do meu laboratório (falar com alguém, resolver algo na secretaria/administração etc).
Lembretes no calendário para conferir tarefas do meu laboratório e preparar nossa reunião semanal
  • Rotinas mais mundanas como trajetos e, acreditem se quiser, dormir. Para entender melhor, ouçam esse episódio do Cortex, mas a ideia é ter uma visão muito clara no calendário do que é realmente tempo livre e do que parece, mas não é, totalmente livre.

E, claro, entram no meu calendário eventos como consultas e reuniões, além de um calendário compartilhado com minha esposa com eventos sociais. Como o leitor pode ver acima, eu uso cores que já estão gravadas na minha memória de maneira a identificar claramente o que é um compromisso marcado, o que são informações, o que são rotinas mais “livres” etc.

E agora, os comentários abaixo estão abertos para os leitores me chamarem de maluco ou, idealmente, de me sugerirem mais métodos de organizar meu calendário…

Até mais, Irmã Dor-de-Dente! Bem-vinda, Irmã Insônia!

Eu, parafraseando ousadamente São Francisco de Assis

Dizem que São Francisco de Assis, no leito de morte, proclamou: “Bem-vinda, Irmã Morte!”.

Longe de mim querer me comparar ao santo. Entretanto, nessa semana tenho meditado e orado muito em cima dessa atitude de abandono. Como reconhecer, nas coisas que dão errado, a vontade de Deus?

Na noite passada, fui dormir com uma grande de dor de dente. Ao acordar, já não sentia nada na boca, mas em compensação não era nem 5:00 e eu não conseguia dormir. Por quê? Não sei. Lembrando das minhas orações nas noites recentes, levantei, proclamei a frase acima e fui tomar o café da manhã mais calmo que tive em muito tempo, em companhia de Cal Newport.

Meu tratamento contra a ansiedade e a depressão tem sido longo e árduo. Eu ainda tenho muito a melhorar, principalmente na minha relação com os outros. Mas algo posso reconhecer, sempre com humildade: eu venho aprendido, cada vez mais, a aceitar o que não posso controlar.

Se você também quer melhorar nessa entrega, consulte as Oficinas de Oração e Vida na sua cidade.

Quando vale a pena gastar conscientemente mais em um serviço?

Quando ele não tem valor para você.

Valor é uma dessas expressões que de tão repetidas, em toda parte, perdem um pouco o sentido. No submundo da gestão, fala-se muito em definição de valor, sem precisamente explicar o que é (em termos simples, pelo menos). Para mim, valor é simplesmente o que importa.

 Neste último final de semana, minha esposa e eu estivemos envolvidos em um acidente de carro. Nada grave, ninguém se machucou, mas o nosso carro estragou um pouco. E aí vem aquela sequência de processos: ir atrás de seguro, fazer orçamentos, tirar tempo de outras coisas para lidar com essa emergência. Como o estrago foi mais que um simples amassado, fui primeiramente na Concessionária fazer um orçamento. Quando veio o valor, muito maior que o esperado, na hora resolvi pagar de modo particular e resolver isso. Por quê?

Porque o carro não tem valor para mim. É só um objeto, que precisa ser arrumado. Apesar de ser Engenheiro Mecânico, eu não me interesso por carros, não gosto de dirigir, e encaro tudo relacionado a isso como mera utilidade.

Eu poderia fazer diferente. Poderia rodar toda a cidade atrás de mais oficinas, poderia voltar para casa com aquele orçamento e verificar como pagar através do seguro. Poderia otimizar minuciosamente o custo.

Mas o que se passou na minha cabeça naquele minuto depois que o vendedor entregou-me o orçamento foi o seguinte raciocínio: minha vida é bem boa. Eu e minha esposa temos um estilo de vida saudável. Vamos a pé para nossos trabalhos. Eu amo cozinhar, e preparo refeições quase todo dia para que tenhamos uma alimentação boa sem precisar pedir comida ou ir a restaurantes. Como lazer, vamos à praia ou a algum show ocasionalmente. Recebemos amigos e nos encontramos com nossa família. Minha vida já está otimizada em muitos aspectos; para esse problema em questão, do carro necessitando de conserto, já que eu não dou valor a ele, e já que graças a Deus temos reservas muito maiores que o valor do conserto, eu vou abrir mão da otimização e optar pela conveniência. Vou deixar o carro aqui, agora, e vê-lo arrumado ao fim da semana.

E esse é mais um capítulo do meu ano da intencionalidade. Uma decisão baseada não em apreensões e ansiedades, mas com reflexão, ponderando o que é importante para mim.

O leitor acha que fiz errado?

Bullet Journal mostrando minhas entradas e páginas no caderno

Minha prática de manter um caderno/diário/journal

Na metade de 2018, eu troquei de carro e, pela maneira como essa heurísticas cognitivas funcionam, todo carro que passava na rua era do mesmo modelo que o meu — ou era assim que parecia.

Similarmente, desde que escrevi que 2019 seria o meu ano da reflexão e da intencionalidade, tudo que leio ou consumo de maneira geral parece apontar para isso, em especial para um aspecto crucial desse propósito: manter um caderno ou diário. Depois de muito acompanhar o trabalho do Austin Kleon e ler os seus livros mais de uma vez, resolvi ler Roube como um Artista mais atentamente, e a sua principal recomendação está lá: mantenha um “arquivo de roubos”, capturando toda ideia interessante com que você se depara. Aí a Thaís publicou uma resenha entusiasmada de O Método Bullet Journal, e quando eu fui ler, o choque: o Bullet Journal não é para publicar resenhar floridas no Instagram, mas para facilitar que você reflita sobre sua vida. Motivado especialmente por esses livros, comecei no final do ano passado a manter um Bullet Journal mais atentamente, depois de alguns anos de maneira bem “irregular”, escrevendo mais listas pontuais de tarefas ou resumos de livros/artigos. Agora, quase não se passa um dia em que não registre o que aconteceu no meu dia e expressando, mesmo de forma resumida, minhas emoções.

Cadernos modelo Neon da marca Tilibra
Meninos não vestem rosa… mas podem ter caderno rosa?

A legenda da foto acima não é mera ironia. Desde que comecei meu tratamento contra depressão e ansiedade, uma coisa já ficou clara na terapia: como homem numa família rígida, eu nunca aprendi a lidar com minhas emoções. Por isso, o exercício de dizer para o papel como determinado evento fez eu me sentir tem valor inestimável. Qualquer colega meu de trabalho pode atestar que eu ainda tenho problemas em modular a maneira como me expresso em relação a algo que me desagrada, mas acreditem — seria bem pior sem esses artifícios terapêuticos.

Usar um diário para desabafar não é novidade; mas como falei, estou rodeado de referências a esses benefícios. Austin Kleon resumiu bem: “é um ótimo lugar para ter má ideias”. Cal Newport recomenda escrever cartas para seu futuro eu (mas, como eu, também acredita que devemos escrever para seu eu presente). Greg McKweon diz que, ao usar um journal (diário, em inglês), você se torna o jornalista da sua vida e sabe onde discernir o essencial.

Mas o meu Bullet Journal não é apenas uma ferramenta psicológica. Ainda estou aprendendo a fazer um planejamento do mês, visualizando todos os principais eventos e tarefas numa página:

Registro Mensal do Bullet Journal, mostrando minha agenda e metas para o mês
Todo dia, eu mantenho o Registro Diário, registrando minhas tarefas, tento fazer meu planejamento a la Cal Newport, e ainda registro algo pelo que sou grato no dia de hoje:

Quando leio no Kindle ou escuto um áudio-livro, eu anoto no meu Bullet Journal as principais ideias que aprendi:

Enfim, esse é o meu começo da prática de manter um Bullet Journal, algo que tem sido de muita ajuda no meu dia a dia. Eu já escrevi antes sobre manter um diário, mas fazê-lo de maneira analógica tem um outro poder muito maior de calma e reflexão.

Quanto a ferramentas, eu adoto esses cadernos Neon da Tilibra. E tenho muitas canetas espalhadas pela minha casa, minha mochila e minha mesa no laboratório, de maneira que não consigo recomendar apenas uma marca.

Como o leitor deve perceber, eu estou numa fase obsessiva sobre cadernos, Bullet Journals, diários e criatividade, por isso vou adorar ler qualquer comentários nesse sentido!

Meta 1 de 2019: o corpo que eu quero

Dizem por aí nas internetes que uma maneira de ajudar você a alcançar uma meta é torná-la pública, como uma “pressão saudável” para que as pessoas lhe cobrem. Então aqui vai a minha declaração pública da minha primeira meta para 2019: alcançar e manter o corpo que eu quero.

O que é o corpo que eu quero? É aquela imagem do Fábio que, ao se olhar no espelho, não fique incomodado com a barriga saliente. É um corpo que tem a proporção certa de massa magra de tal maneira que as pessoas parem de lhe chamar de “muito magro” (pois nem sempre vêem a gordura abdominal mas sempre reparam na falta de músculos). É o corpo que me deixe energizado para a vida, enfim.

Eu falo de metas anuais e não simplesmente de resoluções de ano-novo porque eu foco muito em ações, passos práticos para perseguir esse objetivo, sem ficar apenas no reino das vontades e sonhos. E, para mim, há dois elementos essenciais para ajudar a alcançar uma meta:

1. Monitorando minha meta

A melhor motivação a me concentrar nesse objetivo é tê-lo em mente o tempo todo. Ele está anotado no meu Bullet Journal, e é revisado mensalmente. Ou seja, a cada término de mês eu vejo essa anotação, lembro de que quero perseguir esse objetivo, e então planejo os próximos passos, definindo projetos que quero completar.

Esses projetos, por sua vez, são revisados semanalmente também, e se transformam em compromissos e próximas ações diárias. Ou seja, a cada vez que eu olho minha lista de tarefas ou meu calendário, geralmente eu tenho um indicativo de algo a trabalhar para essa meta.

2. Implementando minha meta no meu dia a dia

Como falei, metas do tipo “eu gostaria de …” não significam nada se não foram postas em práticas.

Calendário de Academia

Ir para a academia obviamente está no meu calendário, como o leitor pode ver acima, juntamente com aulas adicionais. Aliás, Testar rotinas de aulas adicionais na Garra (minha academia) é um projeto, dentro do meu esquema de gerenciar projetos no Trello (ligeiramente modificado — novo post em breve!). Como eu precisamente defini essa meta nesse ano, eu procuro ter sempre projetos ativos nas áreas de exercícios, culinárias, saúde, para que eu possa avançar nos meus objetivos:

Listas de projetos Fitness no Trello

Como exemplo de planejar projetos:

Exemplo de projeto Fitness no Trello

Perceba o leitor que nada fica “no ar”. Eu defino projetos, crio eventos no meu calendário, transfiro tarefas para o meu Todoist — em resumo, tudo faz parte do meu sistema de produtividade diário.

E o leitor, quais são suas metas para esse ano? E como vocês monitoram esses objetivos?